Em maio de 2026, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal manteve uma variação homóloga de 3,3%, seguindo a tendência observada no mês anterior. O indicador subjacente, que exclui os produtos alimentares não transformados e os energéticos, também permaneceu estável, com uma taxa de 2,2%. No entanto, o índice de preços dos produtos energéticos apresentou um aumento significativo, subindo para 13,1%, em comparação com 11,7% no mês anterior. Em contraste, o índice dos produtos alimentares não transformados desacelerou para 5,7%, após ter registrado 7,4% em abril.
No que diz respeito à variação mensal, o IPC teve um crescimento de 0,2%, uma diminuição em relação aos 1,3% do mês anterior. A variação média dos últimos doze meses subiu para 2,5%, comparado a 2,4% anteriormente.
No âmbito do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), a variação homóloga registrada foi de 3,1%, levemente inferior aos 3,3% do mês anterior. Esta taxa é 0,1 pontos percentuais abaixo da variação prevista pelo Eurostat para a área do Euro. Ao excluir produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC português apresentou uma variação homóloga de 2,1%, em comparação com 2,3% em abril, o que representa uma taxa inferior à média da área do Euro, que foi estimada em 2,3%.
A variação mensal do IHPC foi de 0,4%, uma queda significativa em relação aos 1,9% do mês anterior e aos 0,6% de maio de 2025. A variação média dos últimos doze meses também viu um pequeno aumento, passando de 2,3% para 2,4%. Essas estatísticas refletem as dinâmicas complexas do mercado e influenciam diretamente o poder de compra dos cidadãos portugueses.
Origem: Instituto Nacional de Estatística




