A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação registou um aumento em agosto, alcançando 3,162%, o que representa uma elevação de 2,7 pontos base em relação ao mês anterior. Apesar deste incremento, a taxa de juro para os contratos celebrados nos últimos três meses manteve-se estável em 2,910%, igualando o valor de julho.
A prestação média dos créditos à habitação subiu para 418 euros, um aumento de 4 euros comparativamente ao mês passado e 24 euros a mais em relação a agosto de 2022. No último mês, a parte correspondente aos juros representou exatamente metade da prestação média, destacando a pressão que os custos financeiros ainda exercem sobre os proprietários.
Nos contratos firmados nos últimos três meses, o valor médio da prestação aumentou em 13 euros, fixando-se em 744 euros, o que significa um crescimento significativo de 14,3% em comparação ao ano anterior. Além disso, o capital médio em dívida dos financiamentos para habitação também registou um aumento, atingindo 80 188 euros após um acréscimo de 725 euros, refletindo o efeito contínuo das tendências de mercado e condições económicas.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






