Em agosto de 2026, a taxa de desemprego no país permaneceu estável em 5,6%, igualando-se ao registro do mês anterior, mas apresentando uma leve redução em relação a julho, que marcava 5,7%. Comparando com o mesmo período do ano anterior, houve uma queda de 0,2 pontos percentuais, sinalizando uma tendência de recuperação no mercado de trabalho.
No mesmo período, a subutilização do trabalho atingiu 9,6%. Este indicador, embora se encontre 0,1 pontos percentuais acima do mês anterior, mostra uma melhora em relação ao ano passado, quando estava em 10,1%. Essas cifras sugerem que, apesar de um aumento na subutilização em um horizonte mais curto, a situação geral do emprego mostra-se mais favorável ao longo de um ano.
Em setembro de 2026, as estimativas prováveis também revelaram uma estabilidade na taxa de desemprego, que se manteve em 5,6%, repetindo o mesmo número observado em agosto. No entanto, a taxa de desemprego para a população adulta apresentou um aspecto positivo ao situar-se em 4,6%, a menor porcentagem desde abril de 2002, o que sugere que o mercado de trabalho para essa faixa etária está se fortalecendo.
Os dados atuais foram elaborados a partir das estimativas populacionais obtidas dos Censos de 2021. Com a finalidade de manter a precisão das informações, as estimativas mensais de emprego e desemprego passarão por uma revisão programada para março de 2027, considerando os ajustes feitos nas estimativas anuais de população residente.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






