Em junho de 2026, a taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,7%, apresentando um leve aumento de 0,1 pontos percentuais em comparação a maio, mas ainda mostrando uma queda em relação a março deste ano e junho de 2025, com reduções de 0,2 p.p. e 0,3 p.p., respectivamente. Essa tendência indica uma estabilização no mercado de trabalho, apesar dos desafios econômicos enfrentados.
Nesse contexto, a taxa de subutilização do trabalho registrou 9,3%, o que representa uma diminuição significativa de 0,1 p.p. em relação ao mês anterior e uma queda ainda maior de 0,5 p.p. comparado a três meses atrás. Este valor é o mais baixo desde o início da série histórica do indicador em 2011, refletindo uma melhoria nas condições de emprego e uma maior utilização da força de trabalho.
Avançando para julho de 2026, as estimativas provisórias indicam que a taxa de desemprego permaneceu estável em 5,7%, igualando-se aos números de abril e junho deste ano, mas apresentando uma leve queda de 0,1 p.p. em relação a julho de 2025. Por outro lado, a taxa de subutilização do trabalho subiu para 9,5%, um aumento de 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, embora ainda esteja abaixo dos índices de três meses e um ano atrás, com recuos de 0,2 p.p. e 0,6 p.p. respectivamente.
Dentre esses dados, destacou-se a taxa de desemprego entre os homens, que atingiu 4,9%, a mais baixa desde fevereiro de 1998, evidenciando avanços significativos no mercado de trabalho masculino. Esses números refletem uma parte do panorama econômico que, apesar de flutuações, mostra sinais de recuperação e estabilização em várias frentes.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






