No dia 24 de junho de 2026, a Venezuela foi atingida por dois fortes sismos que causaram devastação significativa. O primeiro tremor, com uma magnitude de 7,2, ocorreu às 22:05 UTC, seguido por um segundo e mais intenso, que atingiu a magnitude de 7,5. O epicentro do sismo principal estava localizado a cerca de 34 km da costa, a uma profundidade de aproximadamente 10 km, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Os tremores provocaram o colapso de diversos edifícios e deixaram um rastro de destruição. O governo venezuelano declarou estado de emergência, reportando até o momento 32 mortes e 700 feridos, enquanto o USGS estima que entre 10.000 e 100.000 pessoas foram afetadas. Até o momento, também há a expectativa de que numerosas réplicas ocorram nos próximos dias, além de possíveis movimentos de massa e liquefação em áreas impactadas.
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico emitiu inicialmente avisos sobre o risco de tsunami, mas posteriormente cancelou a advertência, recomendando precauções habituais em áreas costeiras. As autoridades locais foram instruídas a monitorar a situação de perto e a fornecer diretrizes adicionais, se necessário.
A Rede Sísmica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) registrou os eventos sísmicos e está acompanhando o desenrolar da situação na Venezuela, em colaboração com outras instituições internacionais. Especialistas afirmam que o sismo foi resultado de uma falha de desligamento superficial, relacionada à complexa interação entre as placas tectônicas das Caraíbas e da América do Sul.
Origem: Instituto Português do Mar e da Atmosfera





