Em maio, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma variação homóloga nominal de 2,2%, marcando uma desaceleração significativa de 4,0 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Esse desempenho reflete um ambiente econômico desafiador, onde, em termos reais, o índice deflacionado registrou uma queda de 1,6%, revertendo o crescimento de 1,1% observado em abril.
Comparando os dados mensalmente, o índice nominal contraiu 3,1%, um contraste notável após o aumento de 1,6% registrado em abril. Esse retrocesso pode indicar uma diminuição na atividade econômica no setor de serviços, que é um dos pilares da economia nacional.
Ademais, os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, já ajustados para efeitos de calendário, mostraram variações homólogas negativas em relação ao ano anterior. O emprego teve uma redução de 0,3%, enquanto as remunerações apresentaram um aumento de 5,4%. As horas trabalhadas dentro do setor caíram ligeiramente em 0,1%. Em abril, esses números eram mais favoráveis, com variações de 2,1%, 7,6% e 1,4%, respectivamente.
Esses dados sugerem um panorama incerto e evidenciam a necessidade de acompanhamento das tendências econômicas que podem impactar a recuperação e o crescimento do setor de serviços nos próximos meses.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






