Em fevereiro de 2026, o Brasil apresentou uma taxa de desemprego de 5,8%, refletindo um leve aumento em relação a janeiro e novembro do mesmo ano, com oscilações de 0,2 e 0,1 pontos percentuais, respectivamente. Contudo, esta taxa é 0,5 pontos percentuais inferior ao índice registrado no mesmo mês do ano anterior.
A subutilização do trabalho, que inclui pessoas desempregadas e aquelas que trabalham menos horas do que desejam, foi estimada em 9,8%. Esse número representa um aumento em relação ao mês anterior, mas se mantém igual ao de três meses atrás e é inferior ao valor observado em fevereiro de 2025.
Em março de 2026, as estimativas provisórias mostram que a taxa de desemprego se manteve estável em 5,8%, igual ao mês anterior, mas ainda assim superior ao índice de dezembro do ano passado, que foi de 5,6%. Comparando com março de 2025, o cenário é positivo, com uma redução de 0,5 pontos percentuais.
A taxa de subutilização do trabalho continuou em 9,8%, refletindo estabilidade em relação a fevereiro e um aumento em comparação a três meses antes. Quando analisamos o contexto anual, houve uma queda de 0,9 pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Um dado relevante que também se destacou foi a taxa de desemprego entre os jovens, que alcançou 18,1% em março, o valor mais baixo desde outubro de 2022. Essa redução é um indicativo positivo em meio a um contexto de desafios no mercado de trabalho.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





