Em março de 2026, a taxa de desemprego no país alcançou 5,8%, apresentando uma estabilidade em relação a fevereiro do mesmo ano, mas um leve aumento de 0,2 pontos percentuais em comparação a dezembro de 2025. Este valor foi, porém, 0,5 pontos percentuais inferior ao verificado em março de 2025. A subutilização do trabalho, que inclui aqueles que trabalham menos horas do que gostariam ou que estão desempregados, situou-se em 9,8%, mantendo o mesmo patamar do mês anterior, mas registrando alta de 0,2 pontos percentuais em relação a dezembro de 2025 e uma diminuição de 0,9 pontos em comparação ao mesmo mês do ano passado.
Com a intenção de captar dados mais recentes, as estimativas provisórias de abril de 2026 mostram uma ligeira queda na taxa de desemprego, que passou para 5,7%. Este índice é mais baixo do que o de março, mas superior em 0,1 pontos percentuais ao registrado em janeiro. Comparado a abril de 2025, a queda foi de 0,5 pontos percentuais. A taxa de subutilização do trabalho também apresentou uma leve redução, avaliando-se em 9,7%, uma queda de 0,1 pontos percentuais em relação ao mês anterior, embora tenha subido 0,1 pontos em comparação com janeiro.
Uma das boas notícias destacadas nas estimativas de abril é a taxa de atividade, que chegou a impressionantes 70,2%. Este número representa o maior registro desde o início da série histórica, em fevereiro de 1998, indicando um aumento significativo na participação da população no mercado de trabalho e um possível sinal de recuperação econômica. Esse desempenho sugere que, apesar das adversidades, o mercado de trabalho está se ajustando e atraindo mais pessoas para a força de trabalho.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





