Em janeiro de 2026, a taxa de desemprego no país manteve-se em 5,6%, se comparada a dezembro de 2025, apresentando um ligeiro decréscimo de 0,4 pontos percentuais em relação a outubro e uma redução de 0,7 p.p. em comparação a janeiro do mesmo ano. Esses números indicam uma continuidade na recuperação do mercado de trabalho, apesar das flutuações nos meses anteriores.
Além disso, a taxa de subutilização do trabalho também permaneceu estável em 9,6%, marca que iguala-se ao mês anterior, mas que mostra um avanço positivo ao apresentar uma redução de 0,4 p.p. em relação a três meses atrás e uma baixa de 1,1 p.p. em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esse cenário reflete a presença de 548,7 mil pessoas na condição de subutilização, o número mais baixo registrado desde fevereiro de 2011.
Por outro lado, em fevereiro de 2026, as estimativas provisórias indicam que a taxa de desemprego subiu para 5,8%, uma alta de 0,2 p.p. em relação a janeiro e um aumento de 0,1 p.p. se comparado a novembro de 2025. Contudo, essa taxa apresenta uma queda de 0,4 p.p. em relação ao mesmo mês de 2025, sugerindo uma tendência de estabilização no longo prazo.
A taxa de subutilização do trabalho em fevereiro foi estimada em 9,7%, marcando um pequeno aumento de 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, mas ainda assim inferior aos índices de três meses antes e do mesmo mês do ano passado, que mostraram reduções significativas de 0,1 p.p. e 0,9 p.p., respectivamente. Esse conjunto de dados é um sinal positivo, apesar das variações mensais, e indica que o mercado de trabalho nacional ainda está em um processo de recuperação gradual.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






