O mercado laboral em Portugal tem conhecido um ano de resiliência, com a taxa de desemprego alcançando mínimos históricos em 2025. Segundo o mais recente Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE), aproximadamente 14,3% dos trabalhadores por conta própria estavam em uma situação de dependência económica, dependendo em grande parte de um único cliente para a maior parte de seus rendimentos. Este dado, embora ainda significativo, representou uma leve queda de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
A pesquisa revelou que, entre os 773 mil trabalhadores por conta própria registados em 2025, cerca de 110,9 mil (14,3%) indicaram que um cliente representava 75% ou mais de seus rendimentos após a dedução de impostos. Além disso, 11,4% dos trabalhadores relataram que os horários de trabalho eram determinados por seus clientes, o que caracteriza um nível de dependência organizacional. O INE identificou que 1,9% dos trabalhadores categorizados como freelancers estavam simultaneamente em situações de dependência económica e organizacional.
Em outro aspecto, o relatório destaca uma evolução positiva na educação e formação dos trabalhadores em Portugal. Em 2025, 11,9% da população entre 16 e 74 anos participou de educação formal, enquanto 30,7% frequentaram cursos de educação não-formal. A Estratégia Portugal 2030 visa aumentar a participação da população desempregada em atividades de educação ou formação, com o indicador atual situado em 19,5%, quase atingindo a meta de 20% estabelecida para este ano.
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