O comércio de ureia e fertilizantes à base de fosfato foi severamente prejudicado pelo conflito no Golfo Pérsico, conforme dados analisados pelo Secretariado da Organização Mundial do Comércio (OMC). Economias em certas regiões da África e da Ásia estão especialmente vulneráveis a escassezes de fertilizantes e ao aumento dos preços. As interrupções no fornecimento e as tensões comerciais resultantes têm gerado preocupação entre os agricultores e os setores produtivos, que dependem desses insumos para garantir a segurança alimentar.
A reabertura do Estreito de Ormuz, um canal estratégico para o comércio de fertilizantes, poderá, a longo prazo, contribuir para a redução das fricções comerciais e a restauração da estabilidade nos mercados globais. Especialistas afirmam que a fluidez nas rotas de transporte é crucial para aquecer a economia agrícola e reduzir os custos que têm afetado a produção em diversos países.
Representantes de governos e organizações internacionais estão monitorando a situação de perto, uma vez que alterações nesta dinâmica regional podem impactar não apenas os preços, mas também as relações comerciais entre as nações envolvidas no comércio de fertilizantes. O contexto atual reitera a necessidade de diversificação das fontes de suprimento e de estratégias de resiliência frente a crises geopolíticas que afetam a cadeia produtiva global.
Origem: WTO news






