Em fevereiro de 2026, a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação apresentou uma ligeira diminuição, fixando-se em 3,079%. Este valor representa uma descida de 3,2 pontos base em comparação com o mês anterior, janeiro de 2026, que registou uma taxa de 3,111%. Contudo, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro teve um aumento, subindo de 2,847% em janeiro para 2,871% em fevereiro.
A prestação média dos créditos à habitação foi estabelecida em 397 euros, o que representa uma redução de 2 euros em relação ao mês anterior e uma diminuição de 3 euros quando comparado ao mesmo período do ano anterior, fevereiro de 2025. Neste contexto, os juros correspondem a quase 49% da prestação média, totalizando 48,9%.
Nos novos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média observou um acréscimo de 19 euros, atingindo 695 euros, o que representa um aumento significativo de 11,7% em comparação com o ano anterior. Além disso, o capital médio em dívida para todos os créditos à habitação aumentou em 500 euros, alcançando um total de 76 494 euros. Estas alterações no cenário do crédito à habitação refletem tanto a volatilidade das taxas de juro quanto o encarecimento das prestações, impactando diretamente o orçamento das famílias portuguesas.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





