Em setembro, a taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação registou uma subida significativa, alcançando 3,194%. Este aumento de 3,2 pontos base em relação ao mês anterior reflete uma tendência crescente nas condições de crédito no setor habitacional. Nos contratos efetuados nos últimos três meses, a taxa de juro passou de 2,910% em agosto para 2,959% agora.
A prestação média mensal também registou um crescimento, fixando-se em 423 euros, o que representa um acréscimo de 5 euros em comparação com agosto e um aumento de 30 euros em relação ao mesmo mês de 2025. Neste último mês, os juros representaram 50,4% da prestação média, indicando a pressão crescente sobre os consumidores.
Para os contratos assinados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu para 757 euros, o que corresponde a um aumento homólogo de 13,7%. Além disso, o capital médio em dívida para todos os créditos à habitação aumentou em 655 euros, totalizando 80 843 euros. Essas variáveis financeiras sugerem um panorama desafiador para os mutuários, que enfrentam custos mais elevados em um mercado imobiliário em transformação.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






