Em julho, a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação registrou um aumento, subindo para 3,135%. Este crescimento representa um acréscimo de 3,4 pontos base em relação ao mês anterior. Nos contratos assinados nos últimos três meses, a taxa de juro também apresentou alta, passando de 2,853% em junho para 2,910% em julho.
A prestação média para os mutuários fixou-se em 414 euros, o que corresponde a um incremento de 3 euros em comparação com o mês anterior e um aumento de 20 euros em relação a julho de 2025. No último mês analisado, a parte proporcional de juros na prestação média foi de 49,5%.
Nos contratos feitos recentemente, o valor médio da prestação subiu para 731 euros, refletindo um aumento homólogo de 15,1% e um acréscimo de 16 euros. Além disso, o capital médio em dívida para todos os créditos à habitação aumentou em 598 euros, alcançando a cifra de 79.463 euros. Essas mudanças indicam um cenário de encarecimento do crédito à habitação, com repercussões diretas nas finanças das famílias.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





