Em abril, a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação apresentou uma leve redução, fixando-se em 3,077%, uma diminuição de 1,1 pontos base em relação ao mês anterior, quando era de 3,088%. Contudo, nos contratos celebrados nos últimos três meses, houve um pequeno aumento na taxa de juro, que passou de 2,830% em março para 2,833% em abril.
A prestação média mensal dos créditos à habitação aumentou para 404 euros, o que representa um acréscimo de 2 euros em comparação ao mês anterior e um aumento de 8 euros em relação ao mesmo mês do ano passado. Neste contexto, a parte correspondente a juros na prestação média alcançou 48,8%.
Nos contratos firmados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu para 702 euros, refletindo um aumento de 2 euros e uma considerável elevação de 13,0% em termos homólogos. Além disso, o capital médio em dívida para todos os créditos à habitação aumentou, subindo 536 euros, totalizando 77.614 euros. Essa tendência sugere um cenário de aumento nas obrigações financeiras dos mutuários, em um contexto onde as taxas de juro oscilam e impactam diretamente o mercado imobiliário e o financiamento à habitação.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






