O governo português aprovou recentemente o Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional para o período de 2026-2027, documento fundamental que visa impulsionar a transição digital no país. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) foi destacada como uma das entidades-chave para a execução das medidas propostas, juntamente com outras instituições como a ARTE, I. P., a ANI, S. A., a IP-Telecom, S. A., e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S. A.
Entre as iniciativas que a FCT co-responsabiliza, destaca-se a medida 13.5, intitulada “Acompanhamento de pilotos do futuro”, que abrange áreas inovadoras como Computação Quântica, Robótica, Blockchain e Governação da Internet. Essas áreas emergentes são cruciais para o fortalecimento da capacidade tecnológica de Portugal e para a promoção de soluções digitais avançadas.
Além disso, a FCT desempenhará um papel ativo em duas outras medidas estratégicas: a 17.1, que envolve a “Implementação do Pacto de Competências Digitais”, sob a responsabilidade da ARTE, I. P., e a 18.1, que se refere à “Implementação do Programa Nacional das Raparigas nas STEM”, coordenada pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG). Esses programas visam não apenas a capacitação tecnológica, mas também a promoção da igualdade de género nas áreas de ciência e tecnologia.
O Plano de Ação materializa a visão da Estratégia Digital Nacional (EDN), cujo objetivo é posicionar Portugal entre os países mais avançados da União Europeia em termos de transformação digital. Com isso, espera-se que o país consiga não apenas modernizar sua infraestrutura tecnológica, mas também fomentar a inovação e garantir um desenvolvimento sustentável e inclusivo para todos os cidadãos.
Origem: Fundação para a Ciência e a Tecnologia





