O início de 2026 trouxe uma leve queda nas rendas de imóveis em Portugal, com uma redução de 1,9% em janeiro em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Essa mudança ocorre em meio a uma alta demanda por arrendamento, que sugere um aumento na oferta de casas disponíveis. Conforme aponta o índice de preços do idealista, o custo mediano para arrendar foi de 16,1 euros por metro quadrado no final de janeiro, distanciando-se do recorde de 17 euros por metro quadrado alcançado em outubro de 2025. Essa descida nas rendas também se reflete em uma variação trimestral negativa de 5,3%.
Contudo, nem tudo é redução: em 11 grandes cidades, as rendas apresentaram um aumento, destacando-se Setúbal, Leiria e Viana do Castelo com subidas anuais de 11,9%, 11,3% e 11,1%, respectivamente. Outras cidades como Faro, Ponta Delgada e Coimbra também viram seus preços crescerem, enquanto Lisboa permanece como a cidade mais cara, com um preço mediano de 21,8 euros por metro quadrado. Em contrapartida, áreas como Castelo Branco e o Porto experimentaram quedas nas rendas, com diminuições de 2,1% e 6,3%.
Nos últimos 12 meses, os preços de arrendamento variaram significativamente entre regiões, com aumentos em 13 dos 20 distritos analisados, enquanto as maiores quedas foram registradas na Guarda e no Porto. Apesar das oscilações, a Área Metropolitana de Lisboa se mantém como a região mais cara para arrendar, seguida da Madeira e do Algarve. Analisando as tendências em diferentes áreas, o idealista constatou que os preços de arrendamento têm se corrigido, refletindo a dinâmica da oferta e da procura no mercado imobiliário português.
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