No primeiro trimestre de 2026, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) apresentou um aumento de 17,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, uma desaceleração de 1,1 pontos percentuais em comparação com o trimestre anterior. O setor de habitação existente teve um crescimento mais acentuado, com preços aumentando 19,7%, enquanto as habitações novas registraram um incremento mais moderado de 12,6%.
Em relação ao trimestre anterior, o IPHab subiu 3,8%, uma ligeira diminuição em relação à variação de 4,0% observada no trimestre anterior. Quando analisados por categoria, os preços dos alojamentos existentes subiram 4,2%, enquanto os novos imóveis tiveram uma variação de 2,7%.
Entre janeiro e março de 2026, foram transacionadas 37 745 habitações, marcando uma diminuição homóloga de 8,7%, assim como uma redução em cadeia de 12,4%. O valor total das habitações vendidas neste trimestre alcançou 9,9 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 3,2% em comparação ao mesmo período de 2025.
Dos imóveis adquiridos, 32 828 (87,0% do total) foram comprados por famílias, totalizando 8,6 mil milhões de euros, ou seja, 86,4% do montante total. As aquisições de habitação feitas por compradores com domicílio fiscal fora do território nacional somaram 1 770 unidades, o que revela uma queda homóloga de 15,6%.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





