Em agosto, o Índice de Volume de Negócios na Indústria brasileira mostrou uma variação homóloga nominal de 2,9%, apresentando uma desaceleração em relação ao crescimento de 4,6% registrado em julho. Quando se exclui o agrupamento da Energia, o cenário se inverte, com uma queda de 1,0% no volume de negócios, contrastando com o aumento de 2,6% do mês anterior.
No que diz respeito ao mercado nacional, a variação do índice também sofreu uma desaceleração de 1,6 pontos percentuais, ficando em 4,7% em agosto. Por outro lado, o mercado externo viu uma mudança drástica, passando de um crescimento de 1,7% em julho para um leve decréscimo de 0,1% em agosto.
Além disso, os dados relativos ao emprego e às horas trabalhadas na indústria indicaram uma contração, com registros de diminuições homólogas de 0,5% e 1,4%, respectivamente. Esses números se comparam a quedas anteriores de 0,3% e 1,7% em julho. Em contraste, as remunerações mostraram um aumento, alcançando 4,0%, embora também tenha havido uma leve desaceleração em relação aos 4,6% do mês anterior. A combinação desses indicadores sugere um panorama desafiador para a indústria no Brasil, levantando questões sobre a sustentabilidade do crescimento em andamento.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






