ManageEngine amplia Endpoint Central com novas funcionalidades focadas em segurança e gerenciamento unificado
A ManageEngine anunciou uma importante atualização em sua plataforma Endpoint Central, que agora inclui novas capacidades de Endpoint Detection and Response (EDR) e Secure Private Access. Essas adições visam atender à crescente demanda no mercado por uma gestão mais integrada de endpoints, segurança avançada e controle de acesso em um só local. Com a evolução das equipes híbridas e a necessidade de proteger aplicativos internos sem depender das tradicionais VPNs, a Move oferece uma solução que promete simplificar a operação das empresas.
De acordo com a ManageEngine, muitas organizações ainda utilizam ferramentas separadas para gerenciamento, proteção e acesso remoto, o que gera complexidade e lacunas de segurança. Com as novas funcionalidades, a empresa espera consolidar diferentes funções dentro do Endpoint Central, que já conta com mais de 31.000 usuários e está disponível tanto em formato on-premises quanto como Software como Serviço (SaaS).
As novas funcionalidades introduzem telemetria enriquecida do endpoint, correlação de processos e arquivos, além de mapeamento de comportamentos com base na metodologia MITRE ATT&CK, facilitando a investigação de incidentes. A utilização de análises baseadas em inteligência artificial permite a detecção de ameaças mais evasivas, como malware sem arquivos e técnicas de living-off-the-land.
Entre as novidades, a opção de isolar dispositivos comprometidos e a possibilidade de aplicar patches a partir de uma única console destacam-se como essenciais para uma resposta mais ágil a incidentes de segurança. A proposta da ManageEngine visa reduzir a distância entre a detecção de um problema e a ação sobre o endpoint, uma necessidade crítica em ambientes corporativos que frequentemente dependem de múltiplas ferramentas de segurança.
Outra inovação significativa é o Secure Private Access, que aprimora o debate sobre o conceito de Zero Trust. Este novo componente permite acesso a aplicações internas com base na identidade do usuário e no estado do dispositivo, garantindo que apenas aplicações autorizadas estejam visíveis, em contraste com a abordagem tradicional das VPNs que abrem o acesso à rede após a autenticação do usuário.
Além dessas inovações, a ManageEngine destaca seu reposicionamento no mercado como uma solução unificada que combina gerenciamento do ciclo de vida do dispositivo, proteção antimalware e capacidades de experiência digital do colaborador. O reconhecimento recente da empresa no Magic Quadrant 2026 da Gartner e pela AV-Comparatives reforça essa nova direção, buscando uma convergência entre gerenciamento de endpoints e segurança.
Com essas adições, a ManageEngine visa não apenas simplificar a gestão de dispositivos, mas também oferecer uma solução que se aproxime de uma segurança autônoma para endpoints. A expectativa agora é que as novas funcionalidades realmente reduzam a complexidade para os clientes que atualmente utilizam várias ferramentas no gerenciamento de seus sistemas.






