Em 2024, o Índice de Bem-estar (IBE) atingiu um patamar recorde, marcando o valor mais elevado desde o início da série em 2004. Essa evolução reflete a melhoria geral nas condições de vida e na qualidade de vida da população, com base em dez índices sintéticos. O IBE é dividido em duas perspectivas analíticas: Condições Materiais de Vida e Qualidade de Vida.
Ao longo dos anos, as duas vertentes mostraram trajetórias distintas. O Índice de Qualidade de Vida se destacou, superando consistentemente o Índice de Condições Materiais de Vida, exceto em 2009 e após 2021. Essa diferença ressalta a crescente importância de fatores intangíveis, como satisfação pessoal e social, na percepção do bem-estar.
Entre 2004 e 2024, oito dos dez domínios que compõem o IBE apresentaram avanços significativos. Os setores de Educação, Conhecimento e Competências, Segurança Pessoal e Bem-estar Econômico foram os mais beneficiados, evidenciando um progresso que, segundo especialistas, pode ser atribuído a políticas públicas efetivas e ao aumento da consciência social sobre a importância do bem-estar integral. A tendência sugere um futuro promissor, com a expectativa de que os dados continuem a melhorar nos próximos anos, contribuindo para uma sociedade mais saudável e equilibrada.
Origem: Instituto Nacional de Estatística






