A Jerónimo Martins anunciou o encerramento de 18 lojas da cadeia Hussel em Portugal até 30 de abril de 2026. A decisão foi comunicada nesta terça-feira, 6 de janeiro, após uma análise detalhada e vários esforços para viabilizar a empresa, que, segundo o grupo dono do Pingo Doce, não resultaram em sucesso. Esta ação representa um desafio significativo para o mercado de chocolates, especialmente em um momento em que a marca possuía uma base de clientes leal.
O grupo justificou o encerramento citando a insolvência do parceiro alemão Hussel GmbH, que comprometeu a continuidade das operações em Portugal, provocando sérios problemas de abastecimento e perda de escala. Além disso, o aumento acentuado dos custos, que inclui a elevação das rendas e a pressão constante sobre os preços do cacau, também contribuiu para a insustentabilidade da empresa. O comunicado enfatizou que não existem perspectivas confiáveis para a reversibilidade da situação enfrentada.
Por fim, a Jerónimo Martins garantiu que, apesar do encerramento das lojas, a estabilidade de emprego para os cerca de 60 trabalhadores da Hussel será mantida, podendo ser realocados para outras companhias do grupo. Esta medida visa minimizar o impacto social da decisão e assegurar que os colaboradores não sejam severamente afetados pela descontinuação das operações da marca Hussel em Portugal.
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