As taxas Euribor em Portugal têm se estabilizado pouco acima dos 2%, com pequenas flutuações observadas nos últimos meses. Desde o início de 2026, embora o comportamento tenha sido predominantemente descendente para alguns prazos, as variações têm sido tão mínimas que pouco impactam as prestações dos novos contratos de crédito à habitação. Analistas preveem que essa estabilidade pode continuar, refletindo uma inflação controlada na zona euro e as decisões do Banco Central Europeu, que mantém seus juros diretores inalterados.
Em fevereiro de 2026, as taxas médias da Euribor mostraram oscilações distintas. A taxa a 12 meses caiu para 2,221%, uma leve redução em relação a janeiro, enquanto a taxa a 6 meses subiu para 2,144%, apresentando uma ligeira alta. Por outro lado, a Euribor a 3 meses desceu para 2,011%. Essas pequenas variações não têm gerado alterações significativas nas prestações dos créditos à habitação contratados em março de 2026, que permanecem praticamente inalteradas em comparação com os meses anteriores.
Para as famílias que possuem crédito à habitação a taxa variável, a evolução das taxas Euribor levará a diferentes impactos nas revisões das prestações. Aqueles que têm contratos indexados à Euribor a 12 ou a 3 meses poderão observar uma ligeira diminuição nas suas prestações, dado que ambas as taxas estão abaixo dos valores registrados há um ano. Em contrapartida, as prestações de quem está vinculado à Euribor a 6 meses verão um aumento, pois esta taxa está superior àquela registrada seis meses atrás. É importante considerar que o impacto final nas prestações dependerá de outros fatores, como o montante em dívida e as condições específicas de cada empréstimo.
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