O secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, anunciou na última sexta-feira que o Governo português implementará um novo apoio financeiro para incentivar o uso de fogo controlado. De acordo com o governo, será pago entre 300 e 360 euros por hectare de área ardida de forma controlada, a qual deve ser realizada por técnicos especializados e seguindo as normas de segurança. Este programa visa não apenas incentivar a boa prática das queimas prescritas, mas também garantir que os custos associados a essas ações sejam cobertos, promovendo assim uma gestão florestal mais sustentável.
Rui Ladeira destacou que, nos últimos anos, a média de hectares ardidos controladamente foi de aproximadamente 2.491, mas a meta para este ano é triplicar esse número, alcançando cerca de cinco mil hectares. O objetivo é descontinuar áreas de risco e renovar os pastos, reduzindo, assim, a carga combustível que, em épocas mais críticas, poderia aumentar o potencial de incêndios florestais. O secretário ressaltou que mais áreas geridas significam mais recursos públicos disponíveis para as juntas de freguesia, câmaras municipais e outras entidades envolvidas na gestão florestal.
Além disso, o governo está investindo 50 milhões de euros na entrega de tratores agrícolas e equipamentos florestais. Carla Antunes Borges, presidente da Câmara de Tondela, elogiou a iniciativa, afirmando que essa nova abordagem, que prioriza a defesa da floresta e a gestão do combustível, permitirá a limpeza de mais terrenos. A presidente ainda menciona que a gestão de áreas suscetíveis a incêndios é primordiais para garantir a segurança da população e dos bens materiais, confirmando o comprometimento do município em implementar práticas que favoreçam a preservação ambiental.
Ler a história completa em Idealista Portugal






