No quarto trimestre de 2025, os aeroportos nacionais registraram um movimento total de 16,7 milhões de passageiros, representando um crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este aumento é um sinal positivo para o setor de aviação, que continuou a se recuperar após os desafios impostos pela pandemia. No terceiro trimestre de 2025, o crescimento já havia sido de 4,6%.
O transporte ferroviário também apresentou resultados otimistas, com 61,2 milhões de passageiros transportados, um aumento de 6,7% em comparação ao quarto trimestre de 2024, apesar de um crescimento ainda mais significativo de 14,3% no terceiro trimestre. Por outro lado, o transporte metropolitano teve um desempenho mais modesto, totalizando 74,1 milhões de passageiros, uma diminuição de 3,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
No setor fluvial, por sua vez, o número de passageiros foi de 5,6 milhões, refletindo uma redução de 3,5% em comparação ao ano anterior. Isso sugere um desafio contínuo para a navegabilidade e popularidade desse meio de transporte.
Quanto ao transporte de mercadorias, diferenças significativas foram notadas. O transporte rodoviário experimentou uma queda de 4,1%, enquanto o transporte aéreo e marítimo caíram 6,2% e 18,0%, respectivamente. Em contrapartida, o transporte ferroviário de mercadorias registrou um aumento de 4,3%, continuando a ser uma opção viável para a logística no país.
As estimativas preliminares para 2025 indicam um crescimento no transporte de passageiros por via aérea (+4,7%), ferroviária (+9,7%) e metropolitana (+0,6%), em contraste com uma leve desaceleração no transporte fluvial, que apresentou uma redução de 0,5%. No que diz respeito ao transporte de mercadorias, as tendências anuais apontam para quedas nos transportes aéreo e marítimo, enquanto o ferroviário mostrou um crescimento de 5,9%.
Além disso, o transporte por oleoduto teve um crescimento positivo de 2,1%, enquanto o transporte de gás por gasoduto enfrentou quedas tanto nas entradas quanto nas saídas. Esses dados destacam as dinâmicas cambiantes nos diferentes modos de transporte e a importância da adaptação às condições econômicas e de mercado.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





