Com a aproximação do prazo para a entrega do IRS, muitos contribuintes se preparam para cumprir as obrigações fiscais, que incluem etapas essenciais como a validação das faturas. A Autoridade Tributária (AT) afirma que já possui a maioria das informações necessárias para disponibilizar o IRS automático, facilitando o processo de liquidação após a confirmação dos dados pelo contribuinte. Contudo, existem rendimentos e deduções que devem ser declarados manualmente, o que exige a preparação de documentos específicos para cada tipo de informação.
Entre os principais itens a serem declarados está a necessidade de relatar as mais-valias obtidas com a venda de imóveis e criptoativos, além de rendimentos prediais e de origem estrangeira. Para tal, os contribuintes devem reunir documentos como escrituras de compra e venda, comprovativos de transações financeiras e recibos de rendas, a fim de assegurar a precisão dos valores a serem declarados. Esses documentos são cruciais não apenas para o correto preenchimento dos anexos da declaração, mas também como prova em caso de fiscalização.
É importante destacar que os rendimentos não são todos tributados de maneira uniforme, existindo a distinção entre englobamento e não englobamento. Rendimentos prediais, por exemplo, podem ser tributados de forma autónoma, enquanto as mais-valias pela venda de imóveis devem obrigatoriamente ser englobadas na declaração. Assim, os contribuintes são aconselhados a utilizar simuladores de IRS para verificar qual opção de tributação pode resultar em menos custos a longo prazo, evitando erros que possam levar a penalizações.
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