Os protetores solares são produtos essenciais para a proteção da pele contra os danos causados pela radiação solar. Contudo, muitos consumidores ainda têm dúvidas sobre a validade dos mesmos, especialmente quando guardados de um verão para o outro. Embora a maioria dos protetores solares tenha um prazo de validade de até três anos quando fechados e armazenados corretamente, a realidade é que a exposição a altas temperaturas e à luz solar pode afetar a sua eficácia. Médicos dermatologistas alertam que, após várias semanas de uso sob condições extremas, a proteção prometida pode não ser a mesma, mesmo que o produto ainda esteja tecnicamente dentro do prazo de validade.
Quando se trata de reusar um frasco de protetor solar guardado de um ano para o outro, os especialistas destacam a importância de avaliar o estado do produto. Se a embalagem foi exposta frequentemente ao calor intenso, como dentro de um carro sob sol forte, ou se foi manuseada em ambientes de praia, a recomendação é que ele não seja utilizado novamente como proteção solar. Por outro lado, se o produto foi pouco utilizado e mantido em condições ideais, há um risco menor de perda de eficácia, mas sempre se deve fazer uma verificação atenta quanto à textura, cor e odor do protetor antes de decidir usá-lo.
Em suma, a crença de que “o protetor solar só dura um ano” é uma simplificação excessiva. Embora muitos produtos lancem essa recomendação, a realidade do armazenamento e uso pode variar. A melhor abordagem, portanto, é manter uma boa prática de verificação e, quando necessário, optar por adquirir um novo frasco para garantir a proteção adequada, especialmente durante os dias intensos de verão. Assim, cuidar da pele se torna uma prioridade, evitando queimaduras e danos a longo prazo.
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