Nos dias frios de inverno, a lareira mantém-se como um dos métodos de aquecimento preferidos nos lares portugueses. Para otimizar o seu uso, é essencial saber escolher a melhor lenha. A variedade de madeiras disponíveis não queima da mesma forma, e a escolha errada pode impactar o calor gerado e a manutenção necessária do equipamento. Utilizar a lenha apropriada não só melhora o desempenho da lareira, mas também contribui para a redução de consumo e menores emissões de fumo, preservando a chaminé ao longo do tempo.
Entre os tipos de lenha mais utilizados, destacam-se o azinho, o carvalho e o eucalipto, cada uma com suas características específicas que as tornam adequadas para diferentes situações. Por exemplo, o azinho é conhecido por sua queima lenta e duradoura, ideal para aquecimentos prolongados. Já o eucalipto fornece uma chama intensa, sendo uma boa opção para iniciar o fogo. A lenha macia, como o pinho, é útil para acender a lareira, enquanto a lenha dura, como o carvalho, oferece uma combustão mais estável e eficiente.
É importante também considerar a umidade da lenha, que deve ser inferior a 20% para garantir uma boa combustão e evitar a produção excessiva de fumo. A madeira seca não só queima mais eficientemente, como também é mais segura e reduz custos ao minimizar resíduos. Para quem deseja uma combinação ideal de calor e eficiência, é aconselhável optar por madeiras de alta densidade, como o carvalho e o azinho, que não apenas aquecem bem, mas também proporcionam uma experiência mais limpa e agradável ao utilizar a lareira.
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