Com a chegada de um novo ano, muitos se propõem a transformar suas casas e desobstruir os ambientes, porém, a prática do ‘decluttering’ muitas vezes se mostra um desafio. A intenção de organizar e limpar os espaços, que frequentemente figura nas resoluções de ano novo, raramente se concretiza, levando à frustração e à procrastinação. A especialista em organização, Sarah Baccenetti, destaca que a dificuldade em desapegar-se de objetos e a ausência de um plano claro tornam a tarefa ainda mais complexa.
Baccenetti explica que muitos vínculos emocionais com os objetos dificultam a decisão de se desfazer deles. A ligação afetiva pode fazer com que itens que ocupam espaço e já não têm utilidade permaneçam guardados, muitas vezes escondendo ansiedades e medos. Segundo ela, é essencial entender o verdadeiro porquê de manter um objeto; investigar o valor que ele representa pode facilitar a escolha de deixá-lo ir, contribuindo para uma organização mais leve e intuitiva.
Para começar o processo, a especialista sugere definir um tempo específico e iniciar por áreas menores, como uma gaveta, para evitar sobrecarga. Além disso, a colaboração de amigos ou profissionais pode tornar essa experiência menos solitária e mais prazerosa. Com ferramentas adequadas e um objetivo claro, a organização não se resume a descartar, mas sim a criar espaço para o que realmente importa, promovendo bem-estar e vitalidade no lar.
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