O presidente do Banco Comercial Português (BCP), Miguel Maya, manifestou um forte apoio à continuidade da medida governamental que oferece garantia pública para a compra de casa por jovens. Durante a apresentação dos lucros históricos do banco, que alcançaram 1.018,6 milhões de euros em 2025, Maya destacou a importância da medida, que prevista para terminar no final deste ano, tem se mostrado essencial para ajudar os jovens a conseguirem o sonho da casa própria, sem aumentar o risco para o setor financeiro.
Maya também revelou que o BCP solicitou ao Governo um aumento da sua quota de garantia pública, embora não tenha especificado o valor pedido. Cada banco tem uma quota específica que pode usar para conceder empréstimos garantidos pelo Estado, e a do BCP é de 185 milhões de euros. Além disso, o presidente mencionou que o total de crédito habitacional concedido pelo banco com garantia pública já atingiu a cifra de 1.000 milhões de euros, inclusive os contratos que estão em andamento.
Esse apelo por um reforço da quota de garantia pública não é exclusivo do BCP. Outros bancos, como o Santander Totta e a Caixa Geral de Depósitos, também solicitaram aumentos em suas respectivas quotas para facilitar o acesso à habitação para jovens até 35 anos. O Governo estabeleceu um limite de 1.200 milhões de euros para esta garantia, a qual permite ao Estado cobrir até 15% do valor da aquisição de uma casa, facilitando o financiamento para novos proprietários, que podem agora obter até 100% do valor de avaliação do imóvel.
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