O início do ano de 2026 apresentou um panorama promissor para o mercado de reabilitação urbana em Portugal, com um aumento significativo na atividade e nas encomendas. Segundo o último inquérito mensal realizado pela AICCOPN, divulgado para o mês de janeiro, os empresários do setor reportaram uma elevação de 3,4% no índice que reflete a percepção sobre o nível de atividade em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Além disso, o índice da carteira de encomendas também mostrou uma subida de 2,5%, destacando uma continuidade na demanda por projetos de reabilitação.
Outro dado relevante é o aumento da produção contratada, que sugere uma projeção sustentável para os próximos meses. A produção contratada, que mede o número de meses de atividade garantida com uma execução normal, subiu para 8,7 meses em janeiro de 2026, uma melhoria significativa em relação ao mesmo período de 2025. Essa tendência é um indicativo positivo da confiança dos investidores e profissionais do setor na recuperação econômica e na valorização do mercado imobiliário urbano.
No entanto, nem todos os indicadores são positivos, uma vez que o número de licenças emitidas para operações de reabilitação urbana registrou uma queda de 2,7% em relação ao ano passado, totalizando 6.223 licenças. Dentre elas, 3.759 são relacionadas a edifícios habitacionais e 2.464 a edifícios não residenciais. Vale ressaltar que esses dados se referem apenas às intervenções que necessitam de controle prévio municipal, o que pode impactar o ritmo de novas obras e a evolução do setor nos próximos meses.
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