A Europa se aproxima um marco significativo para os investidores particulares em 2026, após anos de taxas de juro próximas de zero. Este novo cenário irá conferir acesso a estratégias de investimento que, até agora, eram predominantemente a reserva de investidores institucionais, como a gestão ativa de renda fixa, a diversificação geográfica avançada e o investimento em ativos relacionados à economia real. Com cada mercado e região apresentando ciclos econômicos distintos, a necessidade de diversificação e estratégias de investimento adaptativas torna-se cada vez mais imperativa.
A Mintos, uma das principais plataformas europeias de investimento que permite a indivíduos acumular patrimônio a longo prazo, regulada sob a normativa MiFID II, analisou as perspectivas de investimento para 2026, destacando quatro tendências que moldarão as carteiras dos investidores particulares no próximo ano.
A primeira tendência é o retorno da renda fixa “ativa” para os pequenos investidores. Segundo um estudo da BNP Paribas, o próximo ano marcará um renascimento desse tipo de ativo como uma opção válida de investimento. As expectativas de baixa nas taxas nos Estados Unidos e na Europa estão revigorando os mercados de crédito, numa nova realidade que exige uma abordagem diferenciada. Martins Sulte, CEO e cofundador da Mintos, ressalta que a renda fixa em 2026 exigirá uma exposição diversificada a diferentes tipos de crédito, focando na qualidade e na geração de renda recorrente. A Mintos, com suas carteiras diversificadas de títulos e produtos de crédito, torna esses investimentos mais acessíveis aos investidores individuais.
A diversificação se revela essencial em um mercado global fragmentado, onde o FMI e a OCDE projetam uma economia que é “resiliente, mas divergente”. A concentração em uma única região aumenta significativamente o risco, enquanto carteiras diversificadas por geografias e setores oferecem uma posição mais favorável. A Mintos possibilita o acesso a uma variedade de empréstimos, títulos, ETFs e ativos imobiliários de diferentes países, facilitando a construção de diversificações necessárias.
Adicionalmente, há uma expectativa crescente de que os investidores prefiram ativos que estejam diretamente ligados à atividade econômica real, como empréstimos e crédito imobiliário. Investidores, incluindo gestores de ativos como BlackRock, constatam que a demanda por esses ativos está crescendo e que, para gerenciar o risco adequadamente, os investidores precisam acessar esses produtos em um ambiente regulado e transparente. A Mintos, especializada nesse tipo de ativo, oferece as ferramentas necessárias para a gestão de risco, alinhadas com as diretrizes da MiFID II.
Por fim, a adoção de plataformas digitais e a automatização no gerenciamento de carteiras emergem como uma quarta tendência crucial. Com o aumento da complexidade nas estratégias de investimento, a demanda por ferramentas digitais que auxiliem os investidores a gerenciar suas carteiras de forma eficaz se torna essencial. Assim, o cenário em 2026 se desenha com uma gama de oportunidades e desafios para os investidores individuais, que precisarão adaptar-se e evoluir junto com o mercado.






