Recentemente, especialistas começaram a enfatizar a importância da casa não apenas como um espaço físico, mas também como um regulador emocional. A ideia de que o ambiente em que habitamos influencia nosso estado emocional ganhou destaque, especialmente considerando que os objetos e elementos de decoração que escolhemos podem evocar memórias, segurança e bem-estar. Design e psicologia convergem para reforçar que cada item no lar possui uma carga emocional, moldando nossas experiências diárias e a forma como nos relacionamos com o mundo.
O papel dos chamados objetos de conforto é particularmente relevante na infância, onde itens como mantas e peluches auxiliam na regulação emocional das crianças, criando um senso de segurança em meio à incerteza. Estudos indicam que a relação entre o espaço e o estado emocional é direta; ambientes bem organizados e que respeitam as necessidades sensoriais promovem o relaxamento e a criatividade. No entanto, deve-se atentar para um equilíbrio, já que a busca excessiva pela perfeição pode provocar ansiedade.
Especialistas em neuroarquitetura, como Teresa Ribeiro, destacam que a maneira como um espaço é projetado afeta diretamente o sistema nervoso, influenciando nossas emoções e comportamentos. Elementos como ergonomia e materiais naturais tornam-se fundamentais na criação de ambientes que não apenas estimulem a funcionalidade, mas também o bem-estar mental. O uso de plantas e a incorporação da natureza no ambiente doméstico são apontados como estratégias eficazes para promover um espaço que verdadeiramente acolha, relaxe e conecte o indivíduo com suas emoções.
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