A utilização de sacos plásticos leves e transparentes para frutas e legumes está prestes a se tornar coisa do passado em Portugal. O Governo, liderado por Luís Montenegro, anunciou a eliminação progressiva desses sacos como parte de uma estratégia mais ampla para combater o desperdício e a poluição causada pelo plástico de uso único. Essa iniciativa visa não apenas reduzir o impacto ambiental, mas também incentivar mudanças nos hábitos de consumo, promovendo a reutilização de materiais e a adoção de alternativas mais sustentáveis.
De acordo com Maria da Graça Carvalho, Ministra do Ambiente e Energia, o plano estabelece um período de transição que se estende até janeiro de 2027. Essa mudança foi projetada para permitir que tanto os supermercados quanto os consumidores possam se adaptar a essa nova realidade. Durante esse tempo, é esperado que soluções reutilizáveis, como sacos em tecido ou plástico reciclado, se tornem cada vez mais comuns nas prateleiras, contribuindo para uma compra mais responsável e consciente.
Com o fim dos sacos de plástico ultraleves, o Governo também aponta para a necessidade de educar os consumidores sobre a importância da reutilização. Embora novas alternativas apresentem um custo inicial, o investimento será compensado ao longo do tempo, uma vez que esses novos sacos foram projetados para serem utilizados repetidamente. Essa transição representa um passo significativo na jornada de Portugal em direção a um futuro mais sustentável, onde a diminuição do desperdício e a promoção do consumo consciente se tornam prioridade nas escolhas diárias da população.
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