A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação apresentou uma ligeira diminuição em janeiro de 2026, situando-se em 3,111%, uma descida de 1,9 pontos base em relação a dezembro de 2025, quando alcançou 3,130%. Em contrapartida, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro registou uma leve queda, passando de 2,850% em dezembro para 2,847% no início de 2026.
O valor médio da prestação mensal fixou-se em 399 euros, representando um aumento de 2 euros em comparação com o mês anterior e correspondendo ao valor verificado em janeiro de 2025. É relevante destacar que, no último mês, a parte relativa a juros na prestação média alcançou 48,9%.
Para os contratos firmados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu para 676 euros, evidenciando um aumento de 1 euro e uma variação homóloga de 12,5%. Além disso, o capital médio em dívida para todos os créditos à habitação aumentou em 724 euros, atingindo agora o montante de 75 994 euros. Este cenário reflete as dinâmicas atuais do mercado imobiliário e os desafios financeiros que os mutuários enfrentam em um contexto de taxas de juro voláteis.
Origem: Instituto Nacional de Estatística





