As últimas semanas em Portugal foram marcadas por intensas tempestades que causaram sérios danos em diversas regiões do país. A tempestade Kristin foi apenas o início de uma série de eventos climáticos adversos, seguidos por Leonardo e Marta, resultando em perdas humanas e a evacuação de várias residências. As chuvas torrenciais e os ventos fortes derrubaram telhados de edifícios, especialmente em prédios residenciais, levando a infiltrações e humidade, que agora representam um desafio urgente para muitos moradores.
Diante desse cenário, muitos cidadãos se perguntam como proceder em casos de danos estruturais, especialmente quando se trata de telhados que são considerados áreas comuns em condomínios. De acordo com a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, as despesas de reparação devem ser cobertas pelas quotizações do condomínio, que servem para a conservação das partes comuns. Assim, a responsabilidade pela reparação do telhado recai sobre o condomínio, beneficiando todos os moradores que dele fazem parte.
Os proprietários afetados, em especial aqueles que vivem nos andares superiores, devem comunicar prontamente a situação à administração do condomínio. Embora seja possível iniciar as reparações de forma urgente, a Deco aconselha que tal iniciativa seja prévia a uma reunião em assembleia para evitar futuros conflitos entre vizinhos e garantir um acordo que respeite todos os condóminos. Para mais informações e orientações, a associação disponibiliza suporte através de seus balcões de habitação e energia.
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