O Ministério das Finanças de Portugal anunciou nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a entrega da candidatura de Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal, para a vice-presidência do Banco Central Europeu (BCE). A apresentação da candidatura foi feita ao presidente do Eurogrupo na quinta-feira, um passo importante dado que o prazo para submissão de candidaturas está se encerrando. Centeno enfrenta uma concorrência acirrada, com outros cinco candidatos, incluindo o finlandês Olli Rehn e representantes de países bálticos e da Croácia, todos buscando aumentar a presença das nações mais recentes da União Europeia na instituição.
Em um comunicado, o Ministério das Finanças informou que a candidatura de Centeno foi motivada pelo seu interesse em suceder Luis de Guindos, atual vice-presidente do BCE, que encerrará seu mandato em 31 de maio de 2026. Mário Centeno, em declarações ao ECO, expressou sua disposição para assumir a nova função, afirmando estar “motivado e qualificado” para o cargo. O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, havia previamente comentado que o governo vê com bons olhos a participação de um português em posições de destaque na Europa.
Além de Centeno, os outros candidatos incluem Boris Vujčić da Croácia, o veterano Olli Rehn da Finlândia, Mārtiņš Kazāks da Letônia, Rimantas Šadžius da Lituânia e Madis Müller da Estônia. Cada um traz uma bagagem única e experiências que refletem as suas respectivas economias e instituições. A eleição para a vice-presidência do BCE é um passo significativo na política monetária europeia e pode moldar as decisões financeiras da zona do euro nos anos que vêm.
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