O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou sua profunda preocupação diante da recente escalada das tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, que culminou em uma ação militar norte-americana no território venezuelano neste último sábado. De acordo com informações veiculadas por agências de notícias, a operação resultou na captura do presidente Nicolás Maduro por forças especiais dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em suas redes sociais que Maduro e sua esposa foram retirados do país. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, declarou que ambos enfrentarão “toda a fúria da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”, com base em uma acusação formulada em 2020. Guterres destacou que, independentemente da situação política na Venezuela, os eventos recentes configuram um “precedente perigoso”, ressaltando a necessidade de todos os envolvidos respeitarem o direito internacional, conforme estipulado pela Carta da ONU.
Em sua nota, Guterres enfatizou a urgência de um diálogo inclusivo na Venezuela, que respeite os direitos humanos e o estado de direito. A operação militar dos EUA começou com ataques aéreos noturnos na capital, Caracas, levando a Venezuela a declarar estado de emergência nacional. Embora o número de vítimas e a extensão dos danos ainda não tenham sido confirmados, o governo venezuelano qualificou o ato como “agressão militar extremamente grave”.
Essa ação ocorre em um contexto de crescente presença militar dos EUA na costa venezuelana e de apreensões de navios petroleiros, com os EUA sinalizando a possibilidade de operações terrestres. Como resposta, a Venezuela formalizou um pedido ao Conselho de Segurança da ONU para uma sessão de emergência em Nova Iorque.
Origem: Nações Unidas






