O mercado imobiliário em Portugal continua em alta, refletindo-se nas receitas fiscais que beneficiam as autarquias. Em 2025, o Imposto Municipal sobre Transações Onerosas (IMT) registrou um recorde histórico, alcançando 2 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 25% em relação ao ano anterior. Esta escalada nas receitas do IMT é notável, já que o montante arrecadado quase quadruplicou na última década, evidenciando o forte dinamismo na compra de imóveis, mesmo em um cenário de preços elevados.
Apesar de a legislação vigente permitir que jovens até 35 anos se isentem do IMT ao adquirirem a sua primeira casa, os números mostram que a receita total chegou a 2.161 milhões de euros no último ano. Esse dado foi destacado pela Entidade Orçamental (EO) e publicado pelo Jornal de Negócios, mostrando que, mesmo com isenções, o impacto das transações imobiliárias sobre o setor público permanece robusto. A crescente procura por imóveis, impulsionada por diversos fatores, continua a ser um motor econômico significativo.
Além do IMT, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) também conseguiu um desempenho notável, atingindo 1.590 milhões de euros em 2025, o que representa um aumento de 6% em comparação ao ano anterior. Esses números mostram a importância do setor imobiliário para as finanças municipais, com o IMT e o IMI representando cerca de 42% das receitas fiscais das autarquias, consolidando a área como uma fonte vital de arrecadação em um contexto econômico desafiador.
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