Nos últimos dias, Portugal foi gravemente afetado pela passagem da depressão Kristin, que provocou ventos violentos com rajadas superando os 200 km/h em várias regiões do país. Como resultado, as autoridades locais declararam estado de calamidade em diversas áreas, ativando planos de emergência para atender à situação crítica. Os danos foram significativos, afetando não apenas a infraestrutura, mas também a vida cotidiana dos cidadãos, que enfrentaram quedas de árvores, danos em edifícios e interrupções nos serviços essenciais.
Este evento climático extremo destaca a crescente frequência de depressões profundas, que agora fazem parte de uma nova realidade devido às mudanças climáticas. Especialistas alertam que medidas urgentes são necessárias para aumentar a resiliência das construções, especialmente das mais antigas, que muitas vezes não estão preparadas para suportar fenômenos climáticos de alta intensidade. A necessidade de vigilância contínua por parte dos serviços de proteção civil torna-se cada vez mais evidente, à medida que o país se adapta a esses novos desafios.
Além dos problemas imediatos causados pela tempestade, a situação atual também levanta questões sobre a compra de imóveis durante o inverno. Visitantes de possíveis residências podem identificar falhas estruturais e de aquecimento que não seriam visíveis em outras estações do ano. Assim, a combinação de um clima adverso e a análise cuidadosa das condições de uma propriedade pode oferecer uma perspectiva valiosa para futuros proprietários, ajudando-os a evitar surpresas indesejadas e despesas elevadas após a aquisição.
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