O gigante sueco do mobiliário e decoração, IKEA, anunciou que encerrará as atividades de sete lojas em diversas cidades da China a partir de 2 de fevereiro. Essa decisão faz parte de uma estratégia voltada para a transformação da empresa no país, que inclui uma mudança de foco para mercados-chave como Pequim e Shenzhen. A multinacional pretende abrir mais de uma dezena de lojas de pequeno formato nos próximos dois anos, buscando estabelecer um crescimento mais resiliente.
Segundo a empresa, a decisão foi tomada após uma revisão aprofundada de suas operações na China, que atualmente conta com 34 lojas físicas após a abertura da primeira unidade em 1998. As lojas que serão fechadas estão localizadas em cidades como Shanghai, Guangzhou e Tianjin. A empresa, que tem ultrapassado a marca de um bilhão de clientes locais, também mantém três canais digitais e duas lojas-âncora de comércio eletrônico para aprimorar a experiência de compra dos consumidores.
A IKEA destaca a importância da presença online e o fortalecimento das lojas existentes, com investimentos focados em inovação no crescente ecossistema da China. A companhia colaborará com parceiros locais em áreas como digitalização e economia circular, visando otimizar processos e aumentar a eficiência. As novas lojas, como a IKEA Dongguan e a Beijing Tongzhou, estão previstas para abertura em 2026, e a multinacional busca uma “penetração de mercado mais focada” para melhor atender seus clientes.
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