O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, fez um apelo aos emigrantes que trabalham na construção civil para que regressem a Portugal e contribuam na recuperação das infraestruturas danificadas pelas depressões Kristin e Leonardo. Durante uma visita a Londres, Sousa enfatizou que o governo dispõe de recursos financeiros, totalizando 2,5 mil milhões de euros, para apoiar a recuperação, deixando claro que a contratação de trabalhadores não será realizada de forma gratuita. O foco está na necessidade urgente de mão de obra qualificada, uma vez que as empresas e o setor público necessitam de suporte para reparar os danos causados.
Emídio Sousa também observou que a falta de mão de obra nacional pode ser uma oportunidade para empresas de outros países da Europa que enfrentam um baixo volume de trabalho. O governante destacou que a transparência e a integridade serão fundamentais para que as despesas dos trabalhos sejam reembolsadas pelo Estado, e comprometeu-se a agilizar os processos burocráticos para facilitar a participação de trabalhadores internacionais. Ele reiterou que Portugal está preparado para pagar pelos serviços prestados, mas que os contratos devem seguir os procedimentos legais e fiscais adequados.
Enquanto isso, o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, mencionou que o governo está disposto a admitir imigrantes para suprir a demanda de mão de obra nas operações de reconstrução. Contudo, destacou que não haverá novos canais de imigração para a contratação após a depressão Kristin, priorizando a contratação de trabalhadores portugueses caso haja necessidade. O secretário de Estado das Migrações, Rui Armindo Freitas, também ressaltou que já existem protocolos em vigor que facilitam a imigração para projetos especiais quando há um contrato de trabalho definido.
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