Os fogões de indução têm conquistado espaço nas cozinhas portuguesas, reconhecidos pela sua rapidez, segurança e eficiência energética. Contudo, a partir deste ano, começou a discussão sobre uma nova tendência: a indução invisível. Esta tecnologia promete revolucionar o conceito de cozinhar, permitindo que os fogões deixem de ser um elemento visível na bancada, transformando completamente o design das cozinhas contemporâneas. Atualmente, duas soluções estão em evidência: a indução invisível, que se integra diretamente na bancada, e os sistemas de aquecimento por infravermelhos.
A indução invisível representa uma evolução da placa tradicional, ocultando os módulos de aquecimento sob a superfície da bancada. Esto resulta num design minimalista, sem discos visíveis, e que se adapta perfeitamente à estética moderna das cozinhas. No entanto, apesar das vantagens, existe uma preocupação com o custo elevado deste sistema e as exigências técnicas para a sua instalação. Isso pode dificultar sua adoção em projetos de remodelação, especialmente nas cozinhas já existentes, que exigem adaptações significativas.
Por outro lado, a procura por sistemas de aquecimento por infravermelhos está a crescer, fornecendo uma alternativa que aceita uma variedade maior de utensílios de cozinha. Embora esses sistemas possam não ser tão eficientes em termos energéticos quanto a indução, oferecem uma versatilidade interessante para os consumidores. Assim, enquanto a indução invisível representa uma verdadeira inovação no mercado, ainda não se pode afirmar que os fogões de indução tradicionais estão com os dias contados; ao contrário, é uma questão de evolução e adaptação aos novos estilos de vida e preferências estéticas dos consumidores.
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