No Dia Mundial do Sono, celebrado anualmente em março, especialistas reiteram a importância do descanso adequado para a saúde física e mental. Problemas relacionados à privação de sono são frequentemente negligenciados, mas afetam uma parte significativa da população, especialmente em Portugal, onde muitos dormem menos de 7 horas por noite, quantidade considerada ideal para adultos. Os efeitos adversos da falta de sono incluem não apenas fadiga, mas também um aumento no risco de hypertension, diabetes tipo 2, depressão e doenças cardíacas.
Pesquisadores identificaram cinco perfis distintos de sono, cada um com suas características e implicações para a saúde. Esses perfis variam desde o “dorminhoco saudável”, que dorme entre 7 a 9 horas por noite, até o “dorminhoco curto”, que acumula privação crônica de sono, frequentemente apresentando irritabilidade e dificuldades de concentração. Compreender em qual perfil uma pessoa se encaixa pode ser crucial para buscar melhorias na qualidade do sono e, consequentemente, na saúde geral.
A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito podem levar a uma melhoria significativa na qualidade do sono. Estabelecer horários regulares para dormir e acordar, criar um ambiente propício ao descanso e reduzir o consumo de apaixonantes como a cafeína são algumas das estratégias recomendadas. O Dia Mundial do Sono serve como um lembrete de que o sono de qualidade é um investimento na saúde, essencial para o bem-estar físico e mental, e não deve ser negligenciado.
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