O mercado de escritórios flexíveis em Portugal está vivenciando uma nova fase de expansão impulsionada por fatores como o trabalho híbrido e a descentralização econômica. Principalmente em Lisboa e no Porto, as empresas estão adotando cada vez mais esses espaços, que oferecem maior agilidade e adaptabilidade. De acordo com um relatório da Savills, as duas cidades concentram 150.000 metros quadrados de escritórios flexíveis, com um crescimento anual superior a 20% desde 2018, refletindo a vitalidade do setor empresarial português.
Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal, afirma que o crescimento do ecossistema de espaços flexíveis é notável, com uma alta taxa de ocupação, especialmente em Lisboa e Porto. Esses locais têm se tornado uma porta de entrada rápida para novas empresas que buscam testar o mercado sem a necessidade de firmar compromissos de longo prazo. As pequenas e médias empresas, principalmente nas áreas de tecnologia, mídia e telecomunicações, lideram essa tendência, priorizando soluções plug-and-play em áreas centrais.
Além disso, grandes empresas estão cada vez mais integrando os escritórios flexíveis em suas estratégias, atraídas por benefícios financeiros e operacionais. Os espaços de coworking passaram a ser vistos como ativos estratégicos, promovendo a colaboração e o bem-estar, enquanto permitem a redução de custos fixos. O foco em práticas sustentáveis e a atenção a critérios ESG também estão moldando esta nova abordagem, que se espalha por diversas cidades além de Lisboa e Porto, como Braga e Aveiro.
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