O início do ano de 2026 trouxe uma reviravolta significativa na política internacional com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Este acontecimento marca um momento crítico em uma relação já tensa entre os dois países, marcada por anos de disputas sobre questões como direitos humanos, narcotráfico e sanções econômicas. O governo português está monitorando a situação de perto e pediu que sua comunidade no país permaneça em casa por precaução. Em meio a este cenário, Delcy Rodríguez foi designada para assumir a presidência interina da Venezuela.
Durante uma conferência de imprensa em sua mansão em Mar-a-Lago, Trump detalhou a operação que levou à detenção de Maduro, destacando que as forças armadas dos EUA realizaram uma ação coordenada em terra, ar e mar. Ele enfatizou que a ação visava “trazer Nicolás Maduro à justiça”, reforçando a determinação dos EUA em combater o que considera uma ameaça à segurança regional. As declarações de Trump refletem a postura agressiva de seu governo em relação à Venezuela, à medida que busca consolidar sua influência na América Latina.
No contexto interno, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, convocou uma reunião com o primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros para discutir as repercussões da captura de Maduro, dado o impacto na comunidade portuguesa na Venezuela. Para o dia 9 de janeiro, está prevista uma reunião do Conselho de Estado para debater as implicações políticas e sociais dessa crise, ressaltando a crescente preocupação com a segurança e os direitos dos cidadãos portugueses que residem na região.
Ler a história completa em Idealista Portugal






