As leguminosas, como feijão, grão-de-bico e ervilhas, são alimentos fundamentais para a promoção de dietas saudáveis e de sistemas produtivos sustentáveis, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Neste 10 de fevereiro, no Dia Mundial das Leguminosas, a FAO destaca a necessidade de um maior reconhecimento do valor nutricional, ambiental e econômico desses alimentos em várias partes do mundo.
A data visa aumentar a conscientização sobre a contribuição das leguminosas para a segurança alimentar e a resiliência climática. Com um perfil nutricional rico em proteínas, fibras, vitaminas e minerais, as leguminosas são uma importante fonte de proteína vegetal, especialmente para dietas vegetarianas e veganas. Além disso, seu cultivo é considerado uma prática sustentável, uma vez que requer menos água em comparação com outras fontes de proteína, diminui a necessidade de fertilizantes sintéticos e melhora a fertilidade do solo.
Apesar de seus benefícios evidentes, o consumo de leguminosas tem diminuído em muitos países, em parte devido às mudanças nos hábitos alimentares e à ideia de que são alimentos simples ou tradicionais. Em resposta a essa tendência, o tema do Dia Mundial das Leguminosas de 2026, “Leguminosas do mundo: da modéstia à excelência,” procura reverter essa percepção e ressaltar a versatilidade e a diversidade culinária desses alimentos.
A celebração deste ano, que conta com o apoio da FAO e da Espanha, ocorre no Centro Cultural Miguel Delibes, em Valladolid. É a segunda vez que o evento se realiza fora da sede da FAO, em Roma. Simultaneamente, o Museu e Rede da FAO em Roma apresentará a exposição “Leguminosas do Mundo: da Modéstia à Excelência” de 10 de fevereiro a 10 de março, destacando a diversidade, usos e benefícios das leguminosas em sistemas alimentares modernos e sustentáveis.
Origem: Nações Unidas






