O Governo português anunciou um pacote abrangente de apoio para mitigar os danos causados pela tempestade Kristin, que afetou diversas regiões do país no início de fevereiro. Este conjunto de medidas, que pode alcançar até 2,5 mil milhões de euros, inclui a implementação de moratórias de 90 dias em créditos de habitação e para empresas, com a possibilidade de extensão por mais 12 meses. Os bancos começaram a mobilizar-se rapidamente para executar essas moratórias, garantindo também linhas de crédito destinadas especificamente à reconstrução e recuperação de infraestruturas prejudicadas.
Na mesma linha, instituições financeiras como o Santander e o BPI expressaram seu compromisso em apoiar os clientes afetados pelo mau tempo. O Santander, em particular, informou que está realizando um contato proativo com os clientes para identificar as situações que requerem maior atenção e garantir soluções ágeis, incluindo a operacionalização das moratórias e linhas de apoio. O CEO do BPI destacou a importância de agir rapidamente para facilitar o acesso às moratórias anunciadas, reforçando que os clientes já podem solicitá-las.
Em resposta à crise, vários bancos, como a Caixa Geral de Depósitos e o Crédito Agrícola, também introduziram linhas de crédito com condições especiais para apoiar a recuperação de casas e negócios. Essas iniciativas variam desde financiamentos com taxas de juros bonificadas até a isenção de comissões para a formalização de contratos. Ao alinhar esforços com o Governo, os bancos pretendem garantir uma resposta eficaz e imediata, auxiliando aqueles que mais necessitam neste período difícil, inclusive com a ampliação do horário de atendimento nas agências das áreas impactadas.
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