A exposição “Habitar Portugal 1974–2024” será inaugurada no próximo dia 11 de fevereiro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com uma seleção de 100 projetos de arquitetura que refletem as transformações ocorridas em meio século de democracia em Portugal. Com a curadoria de Alexandra Saraiva, Célia Gomes e Rui Leão, a mostra é uma iniciativa da Ordem dos Arquitetos em parceria com o Museu de Arte Contemporânea do CCB e ficará aberta ao público até 26 de abril. O evento busca oferecer uma visão abrangente da arquitetura contemporânea, destacando a diversidade de autores e a qualidade das obras selecionadas.
Os projetos em destaque incluem importantes realizações como o Bairro 11 de Março, em Olhão, de José Maria Lopes da Costa, e a Casa das Mudas, na Madeira, de Paulo David. Além disso, a exposição está dividida em três eixos temáticos: “Arquitetura como gesto político”, que explora o papel transformador da arquitetura; “A persistência da memória”, que valoriza intervenções no patrimônio; e “Ruturas e Novas Configurações”, que apresenta obras que inovam em linguagem e sustentabilidade. Cada eixo contribui para uma discussão enriquecedora sobre a arquitetura portuguesa e sua relevância no contexto atual.
De acordo com a Ordem dos Arquitetos, a intenção da mostra não é ser exaustiva, mas sim provocar uma reflexão sobre o passado, os desafios presentes e as possibilidades futuras da arquitetura. Entre os projetos internacionais selecionados, destacam-se a Marginal da Baía de Luanda, em Angola, e o Desert X Al Ula Visitor Centre, na Arábia Saudita. A exposição, ao integrar diferentes escalas e contextos, convida o público a considerar o verdadeiro significado de habitar em Portugal e o papel da arquitetura na construção de um futuro mais consciente e sustentável.
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