O ano de 2026 começou e muitos brasileiros estão sonhando em conquistar a casa própria. Contudo, esse objetivo pode ser desafiador, principalmente devido aos altos preços de imóveis usados e a estrear, exigindo, em muitos casos, a contratação de um crédito habitacional. Este tipo de financiamento traz consigo um novo compromisso financeiro todo mês, o que pode ser um desafio considerando a instabilidade econômica que o país enfrenta. Para ajudar os consumidores, a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor lançou, em sua coluna semanal Deco Alerta, informações essenciais sobre como planejar a compra de uma casa.
Para aqueles que decidiram que 2026 será o ano de adquirir um imóvel, a Deco recomenda um planejamento cuidadoso. É fundamental não apenas considerar a situação atual, mas também refletir sobre possíveis mudanças futuras, como alterações no emprego e despesas do núcleo familiar. Se após essa análise a decisão de comprar for confirmada, é aconselhável realizar simulações de crédito com diferentes instituições financeiras. Com a concorrência acirrada entre bancos, é possível negociar melhores condições, como taxas de juros e produtos associados ao financiamento, garantindo assim melhores condições de pagamento.
Além das despesas mensais do crédito, como juros e seguros, há uma série de gastos a serem planejados após a compra, como taxas de condomínio e impostos municipais. Portanto, conhecer bem as condições oferecidas pelas instituições financeiras, assim como calcular os custos, pode resultar em economias significativas a longo prazo. A Deco enfatiza que as parcelas do crédito não devem exceder 35% da renda mensal do comprador, tornando essencial compreender todas as implicações financeiras antes de decidir pela compra da casa.
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